A prova de matemática do ENEM é, sem dúvida, uma das maiores dores de cabeça para a maioria dos estudantes. Mas e se você descobrisse que não precisa ser um gênio dos números para tirar uma nota alta? Que, com a estratégia certa, é possível até mesmo gabaritar essa parte da prova? Reunimos aqui algumas dicas e técnicas que ensinamos no xequemat para te ajudar a mudar completamente sua forma de encarar a prova.

1. A Matemática do ENEM Não é Sobre Acertar Tudo
Uma das primeiras quebras de paradigma apresentadas pelo professor é: você não precisa acertar todas as questões para ter uma nota excelente — graças à famosa TRI (Teoria de Resposta ao Item).
Na TRI, acertar as questões certas vale mais do que sair chutando ou tentando resolver todas. O ENEM valoriza coerência. Isso significa que um aluno que acerta corretamente as questões fáceis e médias, e erra as difíceis, pode ter uma nota maior do que alguém que acerta apenas as difíceis e erra as fáceis. Parece injusto, mas é uma forma de identificar conhecimento real.
A partir disso, surge a pergunta-chave: quais questões você deve focar para maximizar sua nota?
2. A Estratégia xequemat: Fáceis → Médias → Difíceis
A recomendação prática é priorizas as fáceis e rápidas e marcar para fazer depois questões difíceis e demoradas:
- Faça questões fáceis e médias: Comece por elas. Não perca tempo. Garanta logo esses pontos. Além de mais rápidas, elas são fundamentais para o algoritmo da TRI confiar em você.
- Marque para fazer depois questões difíceis e demoradas: Sempre que ver uma questão que parece muito complexa ou de um assunto conhecido por ser difícil, marque para fazer depois.
- Refaça questões ao final da prova: Só no fim, se ainda houver tempo e cabeça, você deve refazer as questões que você nao chegou no resultado desejado ou que voce nao se sente muito seguro sobre o desenvolvimento, NÃO FIQUE OBSTINADO por nenhuma questão!
Essa estratégia garante que você não perca tempo nas questões que drenam sua energia, e te posiciona de forma favorável diante do algoritmo da prova.

3. Gestão de Tempo: Prova Não é Maratona, É Estratégia
Muita gente se perde tentando resolver todas as 45 questões. Mas existe um ponto crucial: você não precisa fazer tudo, precisa fazer bem feito o que importa.
O ideal é dividir seu tempo de forma proporcional à importância das questões. Gastar 10 minutos em uma pergunta difícil e errar é um péssimo investimento de tempo. Já acertar 5 questões fáceis em 10 minutos pode elevar muito sua nota.
A dica é usar a lógica da “regra dos 40 segundos” para questões fáceis e até 2 minutos para médias. As difíceis? Só se sobrar tempo.
4. Técnicas de Resolução Rápida: Os Atalhos Que Salvam
Além da estratégia macro, Felipe também compartilha técnicas de resolução rápida que te ajudam a resolver questões de forma mais eficiente.
Isso inclui:
- Macetes de porcentagem, regra de três e razão/proporção
- Leitura estratégica de gráficos e tabelas
- Identificação de padrões recorrentes
- Exclusão rápida de alternativas inviáveis
Esses “atalhos do bem” são fruto da análise de anos de ENEM e servem para evitar que você caia em pegadinhas comuns ou perca tempo com cálculos desnecessários.
5. Simulados e Prática Inteligente
A cereja do bolo é a prática. Mas não adianta sair fazendo listas infinitas de questões sem direção.
A dica é simular as condições reais da prova com simulados cronometrados e organizados com base na metodologia da TRI. Só assim você vai desenvolver a frieza e o tempo de resposta que a prova exige — além de internalizar a estratégia como parte natural da sua rotina de resolução.
Se você quer um guia completo para aplicar todas essas estratégias com clareza, segurança e acompanhamento, vale conhecer o método xequemat.
Com aulas diretas ao ponto, listas objetivas, simulados personalizados e técnicas específicas para a prova de matemática do ENEM, o xequemat tem ajudado milhares de alunos a transformarem seus resultados.
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