No predomínio das mulheres pretas brasileiras nos Jogos Olímpicos de 2024, uma coisa chamou a atenção no pódio: elas valorizam a parte psicológica. As duas medalhistas de ouro, a judoca Beatriz Souza e a ginasta Rebeca Andrade, ressaltam, em várias entrevistas, a importância da saúde mental. Em uma dessas entrevistas, Rebeca sinaliza: “Acho que não é só sobre vencer a Simone, é sobre vencer a mim mesma. A minha briga está na minha cabeça, não está com outras pessoas. Para conseguir fazer as minhas apresentações, preciso controlar a minha cabeça, o meu corpo, e essa é a briga”. Na mesma linha, a skatista Rayssa Leal exalta a necessidade da terapia, e a Seleção Brasileira de Futebol de Mulheres tem o suporte psicológico como reforço no treinamento.
Disponível em: https://iclnoticias.com.br. Acesso em: 18 set. 2024 (adaptado).
Nesse texto, as atletas brasileiras defendem o(a)
A) investimento na modernização de equipamentos.
B) subordinação do treinamento físico ao mental.
C) estímulo à competição entre adversárias.
D) aprimoramento da expressão corporal.
E) importância da saúde emocional.
Resolução
Beatriz Souza, Rebeca Andrade e Rayssa Leal destacam, em diferentes contextos, a relevância do cuidado psicológico para a performance esportiva. Rebeca reforça que a disputa é consigo mesma, envolvendo mente e corpo em igual medida. O texto defende, portanto, a importância da saúde emocional — sem subordinar o físico ao mental.
Alternativa E




